VSPT3

Ferrovia Centro-AtlânticaTransporte e Logística

SCORE 0,0
R$ 0,00R$ 0,00(0,00%)
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Principais indicadores · Transporte e Logística

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Dividend Yield
0,00 %
Preço/Lucro
N/A
Preço/VPA
0,00
ROE
N/A
ROIC
N/A
Margem líquida
N/A
CAGR Receita líquida 5A
4,66 %
Market Cap
R$ 534,00
Liquidez corrente
0,78
Margem bruta
12,17 %
Preço
R$ 0,00
Preço/Ativos
0,00

Cotação

0,0/10 · fundamentos abaixo da média
Rentabilidade2,3
Consistência2,8
Negociabilidade0,0
Liquidez0,9
Crescimento2,3
Alavancagem10,0

Análise Fundamentalista de VSPT3 (Ferrovia Centro-Atlântica)

IA

A Ferrovia Centro-Atlântica atua no setor de Bens Industriais, no subsetor de Transporte, com foco em Transporte Ferroviário, prestando serviço de transporte ferroviário de cargas. Constituída em 1995, obteve em 1996 a concessão para explorar a Malha Centro-Leste, com contrato válido até 2026, passível de renovação. A empresa também possui contrato de arrendamento de bens operacionais ligados a essa malha e, desde 2005, incorporou o trecho Araguari–Boa Vista Nova, conhecido como Malha Paulista. As ações da companhia, negociadas na B3 sob os tickers VSPT3 e VSPT4, estão vinculadas a uma operação integrada à cadeia logística de carga.

Nos fundamentos financeiros divulgados, a margem bruta em torno de 12% sugere um negócio com estrutura de custos relevante, condizente com a natureza intensiva em capital do transporte ferroviário. O crescimento de receita em cinco anos relativamente modesto aponta para expansão mais gradual. A empresa apresenta índice Dívida Líquida/EBITDA zerado, indicando ausência de alavancagem líquida no período reportado. Por outro lado, os indicadores de liquidez corrente de 0,78 e liquidez seca de 0,57 sugerem atenção à capacidade de cobertura de obrigações de curto prazo, algo que deve ser interpretado em conjunto com o perfil estável de concessões.

A empresa obteve nota 0,0 no Visno Score, reflexo principalmente da baixa negociabilidade, que limita a liquidez das ações VSPT3 e VSPT4 na B3. Apesar da alavancagem indicar situação confortável, a combinação de liquidez corrente mais fraca e consistência apenas moderada pesa negativamente na avaliação global.

Análise gerada por IA com base na metodologia Visno Score. Dados extraídos de demonstrações financeiras públicas (CVM/B3). Conteúdo informativo — não constitui recomendação de investimento.

Visão dos resultados

Evolução da receita e do lucro líquido

Use o gráfico para visualizar a relação entre o crescimento do negócio e o lucro.

As barras representam a receita; a linha representa o lucro líquido.

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Dados cadastrais

Subsetor
Transporte
Situação
Fase Operacional
Anos na bolsa
30
Código CVM
15369
CNPJ
00.924.429/0001-75
Dt. últ. preço
21/11/2016
Dt. últ. resultado
31/03/2026
Dt. próx. resultado
N/A
Free float
0,00 %
Outros tickers
VSPT4

Sobre Ferrovia Centro-Atlântica

Ferrovia Centro-Atlântica S.A. é uma sociedade anônima de capital aberto constituída em 1995, originalmente sob a denominação Vassouras Participações S.A., com foco em participação em outras sociedades. Em 1996, a companhia redefiniu seu posicionamento estratégico ao alterar sua denominação para Ferrovia Centro-Atlântica S.A., transferir a sede para Belo Horizonte (MG) e adotar como objeto social a prestação de serviços de transporte ferroviário de cargas, incluindo atividades de carga, descarga, armazenagem e transbordo. No mesmo ano, no contexto do processo de privatização da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), a empresa obteve da União Federal, por meio de decreto presidencial, a concessão para exploração e desenvolvimento do serviço público de transporte ferroviário de carga na chamada Malha Centro-Leste, bem como celebrou contrato de arrendamento dos bens operacionais vinculados a essa operação. A concessão e o arrendamento têm vigência até agosto de 2026, com previsão de possível renovação por 30 anos adicionais.

A trajetória da Ferrovia Centro-Atlântica inclui expansão relevante de sua base de ativos, em especial a incorporação, em 2005, de parte da concessão da Ferrovia Bandeirantes S.A. (Ferroban), correspondente ao trecho entre Araguari (MG) e Boa Vista Nova (SP), conhecido como Malha Paulista. Esse trecho já vinha sendo operado pela companhia desde 2002, por meio de acordo operacional com a Ferroban, e passou a integrar de forma definitiva sua malha ferroviária após autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). No âmbito societário, a FCA é controlada indiretamente pela VLI S.A., holding de logística que reúne ativos ferroviários, portuários e terminais integrados, cujo bloco de controle é compartilhado por Vale S.A., Brookfield, Mitsui, FI-FGTS e BNDESPar, entre outros investidores institucionais. Em 2024, houve ajuste nas participações desses acionistas, com aumento da fatia da Brookfield e redução da participação da Mitsui na VLI, refletindo a dinâmica de capitalização e reorganização societária do grupo controlador. As ações de emissão da Ferrovia Centro-Atlântica são negociadas na B3 sob os tickers VSPT3 (ordinárias) e VSPT4 (preferenciais).

A atividade principal da Ferrovia Centro-Atlântica é a prestação de serviços de transporte ferroviário de cargas em regime de concessão federal, operando de forma integrada com serviços acessórios como carga, descarga, armazenagem, transbordo, manobra e utilização de pátios e terminais localizados na faixa de domínio de suas linhas. A companhia atua como eixo de conexão ferroviária entre as regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, transportando uma ampla variedade de produtos, entre os quais se destacam grãos (como soja e milho), bauxita, calcário, cimento, fosfato, fertilizantes, ferro-gusa, produtos petroquímicos, álcool, produtos siderúrgicos, bens industriais e açúcar. Do ponto de vista de gestão interna, suas operações são tratadas como um único segmento operacional, centrado na atividade de frete ferroviário e receitas acessórias relacionadas. Em 2024, a empresa registrou receita líquida superior a R$ 3,9 bilhões, com volumes expressivos em toneladas úteis transportadas, o que reflete o caráter intensivo em ativos e a relevância de sua malha para o escoamento de cargas em larga escala.

A malha da Ferrovia Centro-Atlântica se estende por aproximadamente 7.220 quilômetros de linhas férreas, considerando as Malhas Centro-Leste e Paulista, atravessando 316 municípios em sete estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Bahia e Sergipe), além do Distrito Federal. A localização é considerada estratégica por conectar polos produtores do interior do país a importantes portos marítimos e fluviais. A companhia possui acesso direto aos portos de Salvador e Aratu, na Bahia, ao porto de Vitória, no Espírito Santo, e a Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, além de ligações com instalações em Pirapora (MG) e Juazeiro (BA), no rio São Francisco. A malha também se conecta ao Porto de Santos, maior porto do Brasil em movimentação de cargas, e ao Complexo de Tubarão, em Vitória, que concentra significativa infraestrutura portuária privada voltada à exportação de minérios e outros granéis. Essas conexões ferroviárias e portuárias inserem a FCA em corredores logísticos fundamentais para o agronegócio, a mineração, a indústria siderúrgica e setores industriais diversos.

O mercado de atuação da Ferrovia Centro-Atlântica está fortemente ligado a cadeias de exportação e importação, bem como ao abastecimento de insumos para a indústria e o agronegócio. Em termos de participação de mercado, a companhia reporta posições relevantes em alguns segmentos específicos: participação de aproximadamente 21% no volume de açúcar exportado pelo Brasil, 13% no volume de grãos exportados, 6% nas importações de fertilizantes e 30% no volume de aço comercializado no mercado brasileiro, considerando também fluxos inbound para o setor siderúrgico. A base de clientes inclui empresas de grande porte e multinacionais, com destaque para Mosaic, responsável por cerca de 13% da receita líquida, e ADM, com cerca de 10%, o que evidencia concentração parcial em grandes embarcadores de fertilizantes e grãos. A demanda por transporte apresenta sazonalidade, principalmente no segmento agrícola, com concentração de volumes nos períodos de colheita de grãos, entre o segundo e o terceiro trimestre de cada ano.

A companhia obtém a maior parte de sua receita no mercado doméstico, mas registra participação de clientes atribuídos ao exterior, ainda que sem operações regulatórias diretas fora do Brasil. Em 2024, aproximadamente 94% da receita líquida tiveram origem no país de sede, enquanto cerca de 6% foram atribuídas a clientes em outros países, notadamente Inglaterra, Suíça e Uruguai. Esses montantes internacionais decorrem da natureza global das cadeias de comércio de commodities que utilizam a infraestrutura da FCA, mas não implicam sujeição relevante a regulação estrangeira, uma vez que as operações físicas da companhia permanecem integralmente em território nacional. As receitas são denominadas em reais e influenciadas por referências de mercado como o Sistema de Informações de Fretes (Sifreca), que acompanha a dinâmica de preços no transporte de cargas, em especial produtos agrícolas, permitindo ajustes periódicos em função de condições de oferta, demanda e custos como o combustível diesel.

Do ponto de vista regulatório, a Ferrovia Centro-Atlântica opera em um ambiente intensamente regulado por órgãos federais, em especial o Ministério dos Transportes, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A concessão da malha ferroviária está sujeita à Lei de Concessões (Lei nº 8.987/1995), ao Decreto nº 1.832/1996, que regulamenta os transportes ferroviários, e à Lei nº 14.273/2021, conhecida como Lei das Ferrovias, além de resoluções específicas da ANTT que disciplinam temas como direitos de passagem, tráfego mútuo e prestação de serviços aos usuários. A ANTT estabelece tetos tarifários para diferentes tipos de carga e regula também a cobrança de serviços acessórios ao frete, submetendo-os à fiscalização e a parâmetros de precificação. O não cumprimento adequado das obrigações contratuais e legais pode acarretar penalidades, incluindo, em casos extremos, a rescisão da concessão por caducidade ou encampação, mediante as condições previstas em lei. A empresa participa, por meio da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), das discussões setoriais sobre regulação, buscando alinhamento com a agenda regulatória e mitigação de riscos regulatórios.

Em temas ambientais, sociais e de governança, a Ferrovia Centro-Atlântica é abrangida pela política de sustentabilidade e pela agenda ASG/ESG do grupo VLI, que divulga relatórios anuais de sustentabilidade desde 2021, seguindo as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) e indicadores do Sustainability Accounting Standards Board (SASB) aplicáveis ao segmento de logística. Esses relatórios apresentam matriz de materialidade revisada periodicamente, indicadores-chave e metas públicas na chamada “Jornada ESG”, abordando temas como ética e conformidade, governança, gestão ambiental, saúde e segurança, segurança operacional e gestão de pessoas. As demonstrações financeiras da companhia são auditadas anualmente por auditoria independente, e há foco na relação com fornecedores, com compromisso de priorizar contratações locais, objetivo já atingido em proporção relevante da base de suprimentos. A estrutura de governança inclui Conselho de Administração e Diretoria Executiva alinhados ao bloco de controle da VLI, com divulgação de informações de sustentabilidade e desempenho operacional em plataformas públicas, reforçando a transparência para o mercado de capitais em que as ações VSPT3 e VSPT4 são negociadas.

Perguntas frequentes sobre VSPT3

Qual a cotação de VSPT3 hoje?

A cotação de VSPT3 em 21/11/2016 é de R$ 0,00. O preço é atualizado conforme os dados mais recentes disponíveis da B3.

VSPT3 paga dividendos?

VSPT3 não registrou pagamento de dividendos ou JCP nos últimos 12 meses. Consulte o histórico completo na página para mais detalhes.

Como comprar ações de VSPT3?

Para comprar ações de VSPT3 (Ferrovia Centro-Atlântica), é necessário ter conta em uma corretora com acesso à B3. Após isso, basta buscar pelo código VSPT3 e enviar uma ordem de compra pela plataforma da corretora.

Como analisar as ações de VSPT3?

Para analisar VSPT3, considere indicadores como Dividend Yield de 0,00%. A avaliação deve incluir comparação com empresas do mesmo setor e o histórico financeiro da empresa.